quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Resenha: Divergente



Título: Divergente
Autora: Veronica Roth
Páginas: 504
Editora: Rocco
ISBN: 9788579801310
Ano: 2012
Nota: 5/5
Livro:
Continuação: Insurgent

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. 
A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Resenha

Uma história onde as escolhas podem definir quem você é mudar o seu destino.

Não me envolvia tanto em uma leitura desde Jogos Vorazes que diferente do que muita gente possa imaginar, a trama não tem nada a ver com a obra de Suzanne Collins. A autora soube criar uma distopia interessante e eletrizante. Sério, porque depois de me decepcionar com algumas "distopias românticas", fiquei com trauma. Em Divergente foi diferente, virava as páginas compulsivamente para saber mais sobre esse fantástico mundo. O início do livro já fez a minha cabeça pipocar com uma série de questões que foram surgindo, e pra ajudar, a autora não revela muitas pistas. Você já leu algo parecido e conseguiu parar? Pois é, isso acontece aqui. Gostei da Beatrice – ou Tris –, sua coragem e ousadia me fizeram se apaixonar por ela. Também gostei dos personagens: Will, Cristina e Caleb. E outros que odiei, tipo, “nível Cato”. Um dos mais intrigantes para mim foi o Quatro, enigmático, não demonstra muito os seus sentimentos, me deixaram um uma pulga atrás da orelha sobre ele. Outro ponto positivo da autora é que ela não idealiza os aspectos físicos, achei uma sacada bem natural e diferente.
A edição feita pela Rocco está igual a americana, ainda bem que ele lançaram com a capa original, porque a nova é horrível. E analisando a capa talvez entenda porque muita gente compara Divergente com Jogos Vorazes. Ambos representam um símbolo importante para a história.
Chegando no final quase tive um infarto! Isso mesmo, volto a dizer que não vou revelar, mas o meu coração disparou no desfecho de Divergente. São tantos acontecimentos que não consegui largar e sofrer junto. Nem preciso dizer que necessito de Insurgent, espero que a Rocco já lance ano que vem para descobrir as conseqüências de uma escolha.

Leitura obrigatória!!! 
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